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Lado Escuro da Lua: Sobrevivendo ao Natal – Como Não Passar o Natal

Passamos o dia de Natal e vem aí o Ano Novo, mas antes disso temos que relembrar alguns filmes que não funcionaram nessa data tão especial e clichê para o cinema. 

Minha escolha de hoje – como já puderam ler no título – é “Sobrevivendo ao Natal”. 

Vocês já ouviram falar? 

Sim, isso mesmo, se você pensou naquele filme no qual Ben Affleck paga uma família para ser a família dele de Natal, você acertou! 

vamos lá?

Sobrevivendo ao Natal (em inglês: Surviving Christmas) é um filme norte-americano do gênero comédia, dirigido por Mike Mitchell, escrito por Harry Elfont, Deborah Kaplan, Jeffrey Ventimilia e Joshua Sternin, baseado em uma história de Elfont e Kaplan, estrelado por Ben Affleck, James Gandolfini, Christina Applegate, Catherine O’Hara, Josh Zuckerman, Bill Macy e Jennifer Morrison.

Muita gente boa nessa história, principalmente Ben Affleck, um ator totalmente reconhecido, e Jennifer Morrison, que está no mesmo nível. 

Apesar de ser um filme de Natal, a DreamWorks SKG lançou o filme no final de outubro, para evitar colidir com outro filme de Affleck. O filme teve críticas negativas e foi um fracasso de bilheteria, arrecadando US$15,1 milhões em todo o mundo a partir de um orçamento de US$ 45 milhões – com razão, ele foi trazido ao Lado Escuro da Lua, não é minha gente? 

Foi classificado pelo Rotten Tomatoes como o 91ª filme nos 100 filmes de pior avaliação da década de 2000, ficando com a classificação de 7%. Ele também foi indicado para três prêmios Framboesa de Ouro, incluindo Pior Filme, Pior Ator (Ben Affleck; também para Jersey Girl) e Pior Roteiro.

Não é atoa mesmo que a escolha desse filme foi certeira quando me lembrei dele – eu nem mesmo sabia dessas informações e me assustei de que realmente a coisa era bem mais embaixo, não fui a única a achar ele ruim!

O filme com a história de Drew Lathan (Ben Affleck), que é um homem rico e um pouco egocêntrico e problemático, que está cansado de passar o Natal sozinho. Ele, de um dia para o outro, acaba decidindo retornar à casa onde cresceu, na esperança de recuperar o espírito natalino e as grandes festas da época.

A única coisa que essa história joga na sua cara como normal é que no local vive uma família completamente desconhecida: Drew não tem contato com sua família e, mesmo que tivesse, saberia que eles não estariam ali, mas sim pessoas que não o conhecem, os Valco.

Drew, como bom consumista, quer comprar coisas abstratas, justamente numa família que precisa de um pouco do que ele tem de sobra. E para completar a trama, nós temos obviamente Alicia Valco (Christina Applegate) – a filha mais velha da família que não tem noção do que vai encontrar quando chegar em casa.

Como é de esperar o clichê do filme de Natal, é óbvio que Drew se apaixonará pela mulher, inicialmente uma bruxa aos olhos do público. Enquanto isso, mostra que ele é um rapaz que não tem família, solitário e que, na maioria das vezes, tenta preencher achando que pode sair comprando tudo e todos, mas que na realidade tem boas intenções por detrás – Na minha humilde opinião, o que ela sente por ele é pura pena durante o filme, porque querendo ou não se disponibilizar a pagar uma família para te aturar no Natal, uma família que nem sequer te conhece, é definitivamente triste e estranho. 

O problema do filme é, na realidade, seu roteiro: a produção sessão da tarde chega a ser gostosinha e até aceitável, mas o roteiro nos traz algo óbvio demais e muito mecânico – e talvez isso tenha sido algo feito com esse mesmo propósito, porque normalmente o público gosta de coisas do gênero.

Não tem muito o que dizer sobre o filme, já que ele consiste em Drew tentando passar o Natal com a família de aluguel. Como todo enredo clichê de Natal, seu humor sempre traz acidez, sarcasmo, um pouco de arrogância e descrença – mas, ainda sim, o final sempre tem um herói de personalidade diferente.

Mesmo que esse filme esteja no “Lado Escuro da Lua”, pode ser considerado uma comédia tranquila para se ver no Natal, em família. 

Definitivamente  não é um filme do meu agrado, mas não quer dizer que outras pessoas não gostem ou não irão gostar – tudo é questão de opinião e ponto de vista de cada um. 

E você? Já decidiu qual será denominado seu melhor e pior filme natalino esse ano? Nós da Irmandade da Lua já decidimos os nossos. Não esquece de deixar seu comentário abaixo nos contando suas escolhas!

It’s Lay time!!! Eu sou a Laysa, mais conhecida neste espaço como Selene. Nascida no interior de São Paulo e criada em diversos lugares. Aquariana – sim, lidem com isso! – amante de tudo ligado à cultura geral, história, idiomas, livros, playlists aleatórias, escrever e fotografias. E devo deixar claro que o cinema é a minha paixão.